Felizes juntos, Muricy e São Paulo vivem jejum após o fim do casamento
Treinador ainda tem a chance de ser campeão com o Fluminense e provar que pode ter sucesso longe do time paulista, que só amargou desilusões
Muricy Ramalho comemora nos tempos de São Paulo. Passagem vitoriosa. Curiosamente, desde que os laços foram desfeitos, as duas partes caíram em um jejum que não estavam acostumadas: o de conquistas. Jorge Wagner, que foi para o São Paulo levado por Muricy, acha que a separação ocorreu na hora certa, pois outros fatores já estavam interferindo no trabalho do treinador no clube. E faz muitos elogios ao seu mestre.
- Era o momento de o Muricy sair. Ele estava há três anos tentando a taça da Libertadores, e já havia o desgaste com alguns funcionários e com parte da imprensa. Foi bom para ele, que respirou outros ares e hoje está no Fluminense. Ele ganhou muito e o São Paulo perdeu muito. A primeira vez que trabalhamos juntos foi no Internacional, e acho que a maior parte da minha carreira eu devo muito a ele, que me trouxe da Rússia, me adaptou a uma nova função na ala esquerda. Depositou toda a confiança no meu futebol. Depois me trouxe para o São Paulo - elogiou o meia, que ao fim do ano também deixará o time paulista para jogar no futebol japonês.
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